Os irmãos Herickson (Guilherme)
Henzzo (Santiago) nasceram na cidade de Goiânia, no
estado de Goiás.
Desde jovens, a dupla começou a ter contato com a
música atráves de seu avô materno Tomé Cardoso barbeiro e
agricultor por profissão e seresteiro de coração. A aplicação da
mãe Eurides (Lili ou Lidinha) em transformá-los em músicos
sertanejos inspirou os meninos que jovens já gravavam jingles, a
primeira aparição televisiva de Herickson foi em uma apresentação
de Natal em Goiânia ainda nos anos 70, televisionada e transmitida
pela rede Anhanguera de Televisão. Atualmente morando em São Paulo
por imposição da profissão têm programa de Televisão Gravado pela
Rede Bandeirantes Terra Nativa, as sextas-feiras a partir das
22:00h.
Iniciaram a carreira artística em 1994, mas apenas em
2002
os dois rapazes de Goiânia fizeram fama nacional com o lançamento
do CD Azul, o 5º da carreira, que tinha como sucessos
Som e Imagem e Azul.
Em 2003 a dupla Guilherme
& Santiago lançou o 6º CD O Nosso Amor que foi trilha
musical do filme 'Didi - O Cupido Trapalhão, sendo um dos
poucos cantores do ramo sertanejo a terem músicas suas em
filmes.
Em 2004, a dupla ganhou o 1º
Disco de Ouro com o 7º CD Chovendo Estrelas, tendo os seus
nomes nas paradas de sucesso de todo o país por várias semanas. Em
2005,
a dupla lançou o 8º CD 10 Anos Acústico Ao Vivo, em
comemoração aos 10 anos de carreira.
Em 2006, a dupla lançou o 10º
CD ABCDE, no que foi vendido mais de 500 mil cópias
trazendo um repertório de alto nível. Para conseguir combater
contra a pirataria, a dupla lançou o seu último CD à preço
acessível para a população.
Televisão
Em 1º de abril de
2007,
a dupla sertaneja iniciou o seu novo projeto: um programa Terra Nativa onde
apresenta notícias, músicas e novidades do estilo sertanejo na
Rede
Bandeirantes exibido às sextas-feiras às 22:00
horas.
Discografia
1º Cd - Vol.1
2º Cd - Vol.2
3º Cd - Vol.3 (Na Rua)
4º Cd - Vol.4
5º Cd - Azul (2002)
6º Cd - Nosso Amor (2003)
7º Cd - Chovendo Estrelas
(2004)
8º Cd - 10 Anos Acústico Ao Vivo
(2005)
9º Cd - E Pra Sempre Te Amar (2005 -
gravado ao vivo)
10º Cd - ABCDE (2006)
11° Cd - Só de Você - Ao Vivo
(2007)
12° Cd - Guilherme & Santiago - Gravado
Ao Vivo Em Goiânia (2008)
Lucas e Luanescrito em quarta 27 janeiro 2010 23:41
O sucesso de Lucas e Luan
Lucas e Luan
Os irmãos José Lucas de Ângelo, o Lucas e Josué de Ângelo, o
Luan, nasceram na fazenda Santa Terezinha, município de Guará,
interior de São Paulo e mesmo trabalhando na roça, sempre gostaram
de cantar, mas viver de música era impossível, pois eles tinham que
ajudar no sustento da família.
Mesmo assim, sempre que podiam participavam e ganharam muitos
festivais, alguns bastante importantes como o Festival Mobral que
deu um impulso na carreira da dupla. Nessa época chegaram a gravar
alguns trabalhos regionais, mas sem empresário e gravadora não dava
para disputar mercado em pé de igualdade com outros artistas e por
isso não dava para deixar de lado a vida que tinham para se
dedicarem exclusivamente à carreira
Mas como a música sempre falou alto no coração dos dois, um dia
eles resolveram acreditar no talento que todos diziam que
tinham.
Em 79 saíram da fazenda e se mudaram para Guará, onde ficaram por
dois anos e deram os primeiros passos na carreira, mas, como
precisavam alçar vôos mais altos, em 81 escolheram Sertãozinho,
cidade maior e de onde poderiam se deslocar com mais facilidade e
trabalhar melhor o nome da dupla.
Mesmo cantando na noite sertanezina e fazendo alguns shows pela
região, eles tinham outras profissões de onde tiravam sustento da
família. Luan era instrutor de auto-escola e Lucas foi tapeceiro,
depois trabalhou em uma loja de discos.
Em 1992 com apoio do publicitário Éder Bitar que os apresentou ao
Dú Tintas, empresário na cidade de Ribeirão Preto, a carreira deu
uma guinada e puderam viver só da música. Nessa época eles gravaram
Eu só penso em você, uma versão de Always on my mind e estouraram
em Minas Gerais, Goiás e interior de São Paulo, passando a ser bem
tocados em rádios e vendo a agenda de shows crescer a cada dia. Foi
a partir dessa época que eles passaram a se considerar
profissionais, artistas mesmo.
Lucas e Luan
Afinal podiam realizar o sonho de viver exclusivamente de sua
carreira artística.
Outro amigo que sempre os apoiou foi Léo Oliveira, locutor e
radialista que já se destacava na região e deu suporte para que os
irmãos lançassem o próximo disco, do qual fazia parte o sucesso
Horizonte Azul, que ficou entre as mais pedidas em 96. O sucesso
foi tanto que um tempo depois Leandro e Leonardo a regravaram.
Lucas costuma dizer que ele só não compôs esse sucesso porque não
era a hora, mas foi ele quem deu todas as coordenadas para os
compositores, dizendo inclusive que teriam que seguir o estilo
rap.
A partir daí, a dupla, que já vinha colhendo os frutos do sucesso,
passou a ser destaque no cenário sertanejo e a fazer shows de norte
a sul do Brasil. Por onde passavam deixavam amigos, que mantém,
especialmente nas emissoras de rádio e TV.
Depois disso, a veia de compositor saltou e aí não teve mais jeito,
vieram sucessos como Amor Pirata, O amor fala mais alto, ambas em
96. Já em 97 foi a vez de Solidão e, em 98 Lucas e Luan compuseram
e gravaram o grande sucesso Mexe que é bom, o que os deixou mais
conhecidos por todo o país, inclusive fazendo com que os dois
participassem de programas de TV em nível nacional. Esse sucesso
fez com que a música chegasse até a dupla Zezé de Camargo &
Luciano que a regravou em 99.
Lucas e Luan
Daí pra frente não pararam mais, tanto como cantores, quanto como
compositores, com músicas encomendadas por nomes como Bruno e
Marrone, Daniel, Gian & Giovani, Pedro e Tiago, Guilherme e
Gustavo e que viraram sucesso, dentre elas estão Rasta-pé
eletrônico, Bebedeira, Tá liberado, Sertanejo de coração, Na última
hora, Fala, fala.
Os irmãos hoje se consideram realizados com 8 discos e um DVD
gravado em Sertãozinho em um show de pura emoção que reuniu quase
40 mil pessoas e teve a participação de Rio Negro e Solimões,
Teodoro & Sampaio, Guilherme e Santiago e Joanna.
Mas nem sempre foi assim. Os irmãos por um bom tempo sentiram o
preconceito na pele. Tudo por causa do problema de saúde que Luan
teve quando criança. Aos 6 anos Luan começou ter um inchaço no lado
esquerdo do rosto que não cedia com os medicamentos tradicionais.
Nessa época Leonel Mafud, proprietário da fazendo em que moravam
levou o garoto para Ribeirão Preto, onde morava, e na cidade
começou uma verdadeira peregrinação por profissionais da
odontologia, procurando resolver o problema. Nessa época
encontraram um osso trincado no maxilar e partiram para a colocação
de um aparelho ortodôntico, que só veio piorar o caso
“Se fosse hoje, com os recursos da medicina, uma pequena
raspagem resolveria o problema”, conta Luan
Depois de muitos exames eles chegaram ao Hospital das Clínicas do
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em Ribeirão e
um dos médicos, o Professor Dr. Mascarenhas, impressionado com o
que viu e com a gravidade do caso, não deu muitas esperanças à
família, mas iniciou os estudos do caso até chegar ao diagnóstico:
o garoto sofria de ostiomielite.
A partir daí Luan passou por inúmeros tratamentos e até hoje já fez
por 11 cirurgias para correção do maxilar e da face.
“Na época em que fazia o tratamento, os médicos não
acreditavam que o Luan pudesse sobreviver, que dirá cantar.
Hoje ele está aí pra provar que a gente não deve nunca perder a
esperança”, comenta o irmão
tche garotoescrito em quarta 27 janeiro 2010 15:04
O Clip da música "Menininha" do Tchê
Garotos ultrapassou 1 milhão de acessos no
Youtube.
Crédito: Divulgação
Há 13 anos, quando o grupo Tchê
Garotos começou, seus
integrantes tinham uma proposta diferente:
juntar as batidas das músicas gaúchas com ritmos
mais dançantes e alegres. O resultado da mistura - profundamente
calcada no axé - foi a identificação dos rapazes com o movimento
portoalegrense conhecido como "tchê music". Daí para o sucesso
galopante no sul do Brasil foi um pulo
Mas eles não se acomodaram. De uns anos para cá, os meninos
decidiram fazer algo ainda mais ousado: disseram não ao rótulo da
tchê music e foram atrás do sonho de se consolidar nacionalmente
como banda sertaneja. Ao que parece, a nova estratégia está dando
muito certo! Atualmente, com um ritmo bastante dançante, o
sertanejo dos garotos se destaca em cidades grandes como São Paulo
e Rio de Janeiro. "É maravilhoso chegar em locais completamente
diferentes como São Paulo, Acre, Rio, Goiás e Rondônia e ver a
galera cantando nossa música como se fosse um hino", celebra o
vocalista Sandrinho.
Horas antes de realizarem um show que promete marcar suas
carreiras, os artistas que contam com uma coleção de 12 CDs e dois
DVDs conversaram com o !ObaOba.
!ObaOba: No início da carreira vocês faziam parte do movimento
"tchê music". No que ele consiste?
TG: Na verdade, esse foi um rótulo que deram pra gente quando
começamos a colocar influências do axé na música típica do sul.
Hoje, não fazemos parte dele, mas muitas outras bandas ainda fazem
e são sucesso por lá.
!ObaOba: Então, atualmente, qual é a proposta do Tchê
Garotos?
TG: Somos uma banda de sertanejo. A gente continua com um pouco de
influência do sul, mas o nosso foco é a música sertaneja mais
dançante.
!ObaOba: Onde vocês começaram a tocar?
TG: Há 13 anos, Porto Alegre foi a nossa sede. Foi lá que começamos
e, pelo menos nos últimos oito anos, sempre estivemos entre os três
mais tocados da região.
!ObaOba: Quem compõe as músicas de vocês?
Sandrinho: 90% de nossas músicas são autorais. Eu e o sanfoneiro, o
Markynhos, fazemos a maioria delas.
!ObaOba: O que vocês costumam ouvir em casa?
TG: Sempre gostamos muito de sertanejo. Provavelmente é até por
isso que resolvemos aproximar esse ritmo da nossa música
(risos).
!ObaOba: Como é saber que estão conquistando o Brasil?
TG: É maravilhoso! Esse sucesso começou a acontecer a partir da
hora que decidimos mudar o foco do grupo e sair do regional
partindo para o popular/nacional. É maravilhoso chegar em locais
completamente diferentes como São Paulo, Acre, Rio, Goiás e
Rondônia e ver a galera cantando nossa música como se fosse um
hino.
!ObaOba: E, ao longo da carreira, quais foram as maiores
dificuldades que vocês enfrentaram?
TG: Com certeza, o maior obstáculo foi entrar na mídia. Entrar na
TV foi pior ainda, pois eles dificilmente dão espaços para quem não
tem um nome consolidado ainda. Rio de Janeiro e São Paulo são ainda
mais fechados... Isso foi o mais difícil até hoje.
!ObaOba: Quais músicas vocês consideram as mais marcantes para o
grupo?
TG: A que abriu espaço para o Tchê foi "Menininha", pois ela chegou
em São Paulo e foi se ramificando. Depois, tem a "É Problema Meu" e
"Vamo Fazê Festa", que gravamos com Edson & Hudson.
!ObaOba: A partir de agora, quais são os planos do grupo?
TG: O maior projeto é gravar mais um disco. Ele deve ser gravado em
maio e ser lançado em agosto ou setembro. Nosso objetivo é se
consolidar de vez nesse mercado.